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| Na Orquestra toca um set de percussão apelidado de Robocop - algo como uma mini-bateria para se tocar em pé, com caixa, prato e outros badulaques. Baterista autodidata desde os 16 anos, resolveu ampliar suas experiências musicais com instrumentos de percussão. Já tocou em vários projetos, como a banda O Baque, rodas de choro e samba, MPB, musica indiana, peças de teatro e blocos carnavalescos como Brejeiro e Boi Tolo. Cita como influencias musicais rock, reggae, ska, jazz, afro-beat, MPB, brass bands como a Young Blood Brass Band, entre outros, e seu lema é: "Som e Amor" |
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| Sax barítono, flautista, clarinetista e um dos compositores da banda, começou a aprender musica ainda bem novo na escola Villa Lobos. Estudou harmonia e percepção na Musiarte, além de saxofone. Teve aulas particulares de flauta com Maria Antônia e de saxofone com Paulo Passos. Formado professor de musica pela UNI-RIO.Além da Orquestra Voadora, toca na banda Gran Mostarda (www.myspace.com/granmostarda) e aponta como influências musicais Idriss Boudrioua, Marcelo Bernardes, Eduardo Neves, Hermeto Pascoal, Carlos Malta, Paulo Passos, Maria Antonia, John Zorn, Denize Rodrigues, Palhaço Matraca, e os imortais da música. |
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| Trombonista, aprendeu seu instrumento em aulas com o professor Fernando Pabón, e na escola de música Villa Lobos. Já tocou na Banda Sinfônica Juvenil de Antioquia, Coffee Makers (ska e reggae), Mosquito News, Los Pablos, Banda Portugal e Los del Puerto. Atualmente mantém na internet o projeto Bronces y Maderas (broncesymaderas.blogspot.com). Tem como influências musicais Andrés Calamaro, Hepcat, skatalites, Pacho Galán, Lucho Bermudez, Puerto Candelaria, Chet Baker, J.J. Johnson, Santos Discepolo, Squirrel Nut Zippers, Los corraleros del Majagual, Willie Colón, Fania All Stars, Fabulosos Cadillacs, Pericos. Cita como filosofia de vida a frase: "Se o problema tem solução, não se preocupe. Se não tem, não se preocupe!!!" |
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| Percussionista, na Orquestra toca um set de percussão apelidado de "Robocop", aonde se encontra desde caixa e pratos até campainha de bicicleta, além de tocar gaita de blues. Musico de formação na sua maior parte autodidata, com passagens pela oficina de percussão do Bloco Quizomba e aulas de flauta e harmonia com o professor Carlos Fridman, já tocou na banda Blusão, em um projeto de mantra e MPB com o músico Karana, participa do grupo Maracutaia de percussão, além de passagens por diversos blocos de carnaval, como Bartucada, de Minas Gerais, Brejeiro, Boi Tolo, Quizomba, Songoro Cossongo, entre outros. Tem como influências diversos estilos, tais como bossa nova, mpb, rock, blues, country, musica indiana, samba e musica regional. Segundo suas palavras, "som bom é aquele que dá onda" |
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| Trombonista na Orquestra. Começou como baterista na banda “Os the Homers", em Goiânia, de 1991 a 1995. Em Porto Alegre, formou algumas bandas durante o tempo que morou lá: "Larissa No Penhasco" (groove rock experimental onde tocava principalmente baixo), o Power Trio Tropicalista "Cinemascope" (como baterista e backing vocal) e os "Anarvores Planetários" (banda de groove-jazz-psicodelia e experimental, revezando no baixo e bateria). Também tocou em diversas bandas neste período, entre elas: Urro, Plato d vorak e Frank Jorge, Moly Gupi, Club d Essay, Vitrola V8. Musico de formação predominantemente autodidata, aprendeu as primeiras noções de instrumento de sopro com a centenária Banda Phoênix, de Pirenópolis. Cita como influências musicais os Mutantes, tropicalismo, Sly and the Family Stone, Chico Buarque, Faith no more, herivelto martins, sambas dos anos 20, 30 e 40, Jards Macale com Tuti Moreno e Lani Gordin, Fanfare Ciocarlia, Fela Kuti, Syd Barret, the Kinks, Dom Salvador e Abolição, os Cobras, marchinhas e cinema. |
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| Membro da batera da Orquestra, toca alfaia, além de efeitos sonoros com megafone. Começou na musica estudando guitarra e percepção musical, posteriormente aprendendo contrabaixo acústico na Escola de música Villa Lobos. Atualmente estuda harmonia e percepção no CIGAM. É baixista e compositor da banda Baile Convulsão (www.myspace.com/baileconvulsao), fundador do bloco Brejeiro e batuqueiro em diversos blocos do carnaval de rua do Rio de Janeiro. Administra um perfil no myspace (www.myspace.com/lulamattos) e tem como influências musicais o rock, blues, jazz, soul, funk e MPB. Tem como lema a frase de Chico Science, "Deixar que os fatos sejam fatos naturalmente, sem que sejam forjados para acontecer". |
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| Toca trombone na Orquestra. Estudou na Escola de Musica Vila Lobos,Escola Portatil de Musica. Participou dos espetáculos Musicais:
A Opera Malandra,Rita Maloca,Cartas de Naufrago,O Mistério das 7 chaves,entre outros. Tem como influencias musicais:Rogério Lauda (musico-ator),Jubones(trombonista),Buchecha(Sambista),Palhaço Matraca(Saxofonista-palhaço) e todos os artistas que falham,erram e são maravilhosamente verdadeiros, imperfeitos. |
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| Toca surdo na Orquestra. Aprendeu o que sabe na rua e já participou das bandas Nadium, de rock, Reage Brasil, de reggae, e R.O Sound System (pop, rock e reggae). Aponta como influências musicais Jorge Ben Jor, Gilberto Gil, Planet Hemp, Led Zeppelin, Beatles, Rolling Stones, Rage Against the Machine, Raimundos, Bob Marley, The Police, Paulinho da Viola, Gladiators, Sublime, Nação Zumbi, Cordão da Bola Preta, Young Blood Brass Band. Deixa como recado a frase: "AO INFINITO E ALÉM" |
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| Atua como percussionista na Orquestra tocando alfaia e djembê, além de outros instrumentos. Começou na musica como guitarrista de hardcore. Posteriormente, migrou para o violão regional e percussão, transportando para estes um tanto da velha urgência. Aprendeu em oficinas de maracatu e musica afro-cubana, algumas aulas de violão e muita experimentação autodidata. Atualmente é violonista do grupo Lá e Cá (www.myspace.com/grupolaeca) e brincante viciado em batucadas espontâneas, luais e afins, tendo influências de Elomar, Xangai, Cordel do Fogo Encantado, Edu Lobo, Milton, Secos e Molhados, hardcore dos anos 80, musica afro-cubana, candomblé e diversos ritmos nordestinos. |
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| Tubista. Com seis anos de idade, tocava violoncelo na orquestra do colégio Vale Agradável. Com 10 anos de idade, cansado da agenda brutal, mudou para a banda do mesmo colégio onde começou a tocar trombone, esperando uma vida mais tranqüila. Na real, a situação só piorou. Viajou de Nova Iorque a Los Angeles, e foi parar em Nova Orleans onde ficou por um tempo absorvendo o som único das "brass bands". Hoje, além de ser o conchista mais conhecido da Santa Teresa, ele toca trombone e tuba com vários grupos no Rio de Janeiro. Se amarra em jazz, funk, samba, e ritmos e grooves do mundo todo. |
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| Trompetista da Orquestra, aprendeu seu instrumento no curso básico da Escola Villa-Lobos e em aulas com o renomado mestre Barrosinho. Além da orquestra, toca na banda Baile Convulsão (www.myspace.com/baileconvulsao). É aficcionado pela música de Jimi Hendrix, Gilberto Gil, Miles Davis, John Coltrane, Tom Jobim, Dorival Caymmi, Beatles, Stones, Luiz Melodia, e tudo mais que lhe soar bem aos ouvidos. Acredita que a música é o melhor caminho para libertar, para amar, para sorrir e para chorar. |
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| Trompetista, estuda na escola americana e Escola Portátil de Musica. Já tocou em diversas bandas marciais e blocos de carnaval de rua.Se influencia pela musica da tropicália, Led Zeppelin, Ottis Redding, Tom Zé, Cartola, Jethro Tull, mangue-beat, afro-beat, Pixinguinha, Silvério Pontes, Louis Armstrong, Clifford Brown, Freddie Hubbard, Lee Morgan, entre outros. |
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